Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010
Meu soldado

a historia que vou contar aconteceu há alguns anos atrás. primeiramente, vou me apresentar. sou moreno, nao muito alto nem muito baixo, nem muito magro nem muito gordo. adoro homem. adoro ver uma rola dura, em filmes, em revistas ou na minha frente, ao vivo e a cores. adoro dar o meu cuzinho e receber um jato de porra na minha cara. mas nao dou muita bandeira de que gosto da fruta.

eu era tenente na epoca e, de tempos em tempos, tinha que tirar um servico de oficial responsavel pela unidade. na minha equipe de servico, haviam soldados muito interessantes, mas um deles me chamou a atencao um dia, a ponto de me fazer perder a cabeca. ele era moreno, forte, tinha uma cara de safado e os olhos claros. era alto e tinha um jeito de olhar que me deixava louco. assim que assumi o servico naquela manha, decidi que aquele dia eu iria fazer uma loucura. nao consegui pensar em outra coisa ao
longo do dia, a nao ser como seria cavalgar em cima daquele gato.

como era um servico de 24 horas, todos dormiam em um alojamento especial. como eu era tenente, tinha o
meu proprio quarto, enquanto os soldados dormiam em beliches em um quarto ao lado, mas sempre um deles
ficava em uma mesa do lado de fora, para atender telefonemas ou simplesmente vigiar o alojamento.

obviamente, eu nao conseguia dormir e meu pau estava durissimo pensando naquele soldadinho gostos. la
pela 1 da madrugada, surgiu a oportunidade que eu esperava. sai do meu quarto, como se fosse esticar as
pernas e ele estava la, o meu soldadinho gosotoso trabalhando de sentinela. nao pensei nas consequencias e fui curto e grosso. perguntei a ele
que horas que acabaria o turno dele e se ele iria dormir depois. sem desconfiar de nada, afirmou que nao
estava com muito sono e que talvez fosse ler alguma coisa. disse a ele que tinha trazido uns livros
interessantes e que eles estavam em meu quarto e perguntei se ele nao queria passar la depois que
terminasse seu turno. olhei bem fundo nos olhos dele e dei um leve sorriso. ele ficou um pouco assustado, mas acho que entendeu a mensagem e deu um sorriso de volta. me perguntou sobre o que eram os livros que eu havia trazido. eu disse a ele que eram uns dois ou tres, que tinham boas historias que eu adoraria discutir com ele depois. ele me disse, entao, que tudo bem, dali a meia hora passaria la. sorri mais uma vez e disse que estaria esperando por ele.

como demorou a passar aquela meia-hora, mas, enfim, ele bateu a minha porta. eu sequer lembrava do nome dele. atendi a porta e ele me disse que estava ali, como tinhamos combinado, e me perguntou se eu tinha alguma coisa que conseguiria mante-lo acordado. convidei-o a entrar, nisso ja nao conseguia mais tirar meus olhos do dele, daquela boca carnuda e cinica, que estava silenciosamente me chamando de viado. disse a ele pra sentar na cama, ficar a vontade. perguntei se nao queria tirar a camisa, pois a noite
estava um pouco quente. ele, prontamente, aceitou a sugestao. nao dizia mais nada, nao perguntava sobre
os livros que eu falei que tinha, apenas me olhava cinicamente.

quando vi aquela barriga definida e aqueles bracos, nao me contive. elogiei o seu corpo e perguntei se eu poderia ver se aquela barriga era de verdade. ele nao disse nada. comecei a acariciar sua barriga e seu peito lentamente, sem obter resistencia nenhuma. fiquei olhando pra cara dele. foi a vez dele de quebrar o silencio e dizer: "o que o senhor quer de mim, tenente?" eu perguntei a ele se nao desconfiava. ele disse que tinha uma ideia, mas que queria ouvir da minha boca. a mascara, entao, caiu. disse a ele que queria que ele me fodesse como uma potranca no cio, que me fizesse sua mulherzinha e que enchesse meu cuzinho de sua porra gostosa. disse que nao consegui ficar um minuto do dia sem pensar em como ele era gostoso, quantas mulheres ele ja teria comido e como eu queria ter sido uma delas. o que eu
disse pareceu anima-lo e entao ele falou: "entao, vem ca, abre meu ziper e chupa minha pica, seu viadinho, vamos ver o que voce sabe fazer". prontamente, atendi a ordem do meu macho, me ajoelhei junto a ele, senti as suas pernas grossas e abri suas calcas, sempre olhando para aquele rosto lindo. vi seu cacete moreno, levemente duro, com algumas veias. abocanhei toda aquela pica e comecei a chupa-lo como um louco. senti o gostinho salgado dele em minha boca e vi que endurecia cada vez mais. lambi como se fosse a coisa mais gostosa do mundo, corria minha lingua por sua cabecinha e por aquele tronco que agora se revelava grosso e duro como madeira. mordisquei a cabecinha do pau dele e perguntei o que ele estava achando. ele me deu um tapa na cara, me mandou calar a boca e so tira-la de seu pau quando ele mandasse. quase gozei quando ele fez isso. quis desobedecer para poder apanhar mais um pouco, mas eu sabia que a noite estava apenas comecando. continuei a chupar aquele cacete maravilhoso e coloquei as bolas dele pra fora. comecei a chupa-las tambem. me sentia uma verdadeira vagabunda.

Fonte: Contos eroticos



publicado por relatossecretos às 11:26
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